Miniconto
Um adolescente que só assistia tv
Jonas era um menino que ficava a maior parte do tempo em sua casa assistindo tv
Seus amigos o chamavam para jogar futebol, mas ele nem saia da frente da televisão
A mãe de Jonas brigava muito com ele, porque ele esquecia de fazer as tarefas escolares.
Dona Rosa conversou com o pai de Jonas e ele resolveu botar Jonas no time de futebol da escola. Jonas não foi ao primeiro treino.
Os pais de Jonas decidiram deixá-lo sem assistir tv por um mês .
Por não ter mais o que fazer, Jonas foi ao treino e gostou.
Jonas descobriu que tinha talento para o futebol.
Aluno Vinicius Silva de Aguiar- 8A -2016
.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Há algumas décadas, Imperatriz era uma cidade sem perspectivas de progresso e melhoria de vida.
Quando eu era pequenino, me lembro que Imperatriz era uma cidade calma e com belezas naturais. Cortavam cantando pela cidade os riachos Bacuri e Capivara.
O Flay Back e a Brodway eram as casas de dança da moda e o Cine Marabá e Cine Fids eram o que tínhamos de melhor.
O famoso cartão da cidade, A beira Rio, ainda não existia.
Imperatriz tinha como principal fonte de renda as movelarias e as madeireiras que formavam
o grande comércio juntamente com o comércio de atacados.
Aqui naquele tempo, quase não tinha escolas públicas. Era difícil ter acesso educação, com sorte eu terminei o meu ginásio.
Sinto saudades do ambiente quietinho que havia, mas me alegro pelo progresso que alcançou.
Hoje Imperatriz é a segunda maior cidade do estado e nossos filhos herdarão muitas boas sementes aqui plantadas.
Entrevistada: Marlete de Oliveira
Aluno do 8A
Igor Matos Duarte
onde ou aonde? em vez de ou ao invés de?
Revisão de português - Ortografia
1. Nas orações a seguir, empregue
adequadamente os advérbios aonde, onde e donde:
a.___________ fica o museu da Língua Portuguesa?
b .___________ vamos parar com tanta violência?
c. Afinal, você quer ir___________?
d ___________ vieram todos aqueles alunos?
e. Brasil____________ está a honestidade?.
a.___________ fica o museu da Língua Portuguesa?
b .___________ vamos parar com tanta violência?
c. Afinal, você quer ir___________?
d ___________ vieram todos aqueles alunos?
e. Brasil____________ está a honestidade?.
2- Empregue
corretamente as expressões "ao
invés de" e "em vez de"
nos períodos abaixo:
a.______________ se dedicarem mais aos estudos, muitos jovens estão preferindo trabalhar logo.
a.______________ se dedicarem mais aos estudos, muitos jovens estão preferindo trabalhar logo.
b. Nestas férias de inverno, os cariocas estão procurando
cidades serranas_________ cidades litorâneas,
a fim de curtirem o
friozinho.
c. Nos fins de semana___________ ir aos shoppings normalmente
cheios, prefiro passear em algum parque bem arborizado.
d.___________ ficar tentando passar nos vestibulares em vão, por
que você não faz um curso técnico especializado?
e-Se você não se sair bem nestes exercícios, deverá estudar mais
um pouco,....... desanimar.
3. Marque a frase em que o "porquê" foi empregado de forma errada:
( ) A. Por que você está me olhando com essa cara?
( ) B. Não adianta me olhar assim, por que não vou mudar de ideia.
( ) C. O porquê da nossa viagem vocês saberão em breve.
( ) D. Não sei por que você quer terminar o namoro comigo.
( ) E. Se deseja terminar mesmo o namoro, então diga por quê?
3. Marque a frase em que o "porquê" foi empregado de forma errada:
( ) A. Por que você está me olhando com essa cara?
( ) B. Não adianta me olhar assim, por que não vou mudar de ideia.
( ) C. O porquê da nossa viagem vocês saberão em breve.
( ) D. Não sei por que você quer terminar o namoro comigo.
( ) E. Se deseja terminar mesmo o namoro, então diga por quê?
Atividade avaliativa para 8 ano
1. O texto faz parte de uma campanha pública de
conscientização.
a) Qual é o tema dessa campanha?
2. No texto abaixo da foto, lemos:
“Ainda tem gente que acha que fogo ajuda a devolver força à terra
e viço às pastagens. Jogue um balde
de água fria nessa ideia.”
a-Substitua a frase grifada por outra que traga o mesmo
significado.
3. Coloque PS para o período simples e PC para o período composto:
a.( ) Inventei aquela desculpa na hora e sai de
fininho.
b.( ) Você vai sair ou vai ficar em casa?
c. ( ) Não gosto de mentiras.
d.( ) Domingo fui ao clube, corri, nadei e
joguei tênis.
4- Justifique o emprego do porquê do último quadrinho.
________________________________________________________________
5- Marque os parênteses onde o porquê está escrito corretamente
a- Por que você não
me ajudou ontem? ( )
b- Diga-me o porquê
de você não ter me ajudado ontem.( )
c-Nunca saberei porquê
você não me deu aquele jogo( ).
6-Marque a alternativa que completa corretamente:
A-Eis _____________não me casei ainda
.
( ) por que (
) porquê ( ) por quê (
) porque
7- Leia esta anedota:
— O senhor admite que levou o carro e nega que
o tenha roubado. Pode me explicar isto?
— Eu não roubei, senhor juiz. O carro estava parado na porta do cemitério, e eu, naturalmente, pensei que o dono tivesse morrido...
(Donaldo Buchweitz, org. Piadas para você morrer de rir. Belo Horizonte: Leitura, 2001. p.101.)
— Eu não roubei, senhor juiz. O carro estava parado na porta do cemitério, e eu, naturalmente, pensei que o dono tivesse morrido...
(Donaldo Buchweitz, org. Piadas para você morrer de rir. Belo Horizonte: Leitura, 2001. p.101.)
a-Retire o primeiro período do texto.
b-Qual é a conjunção que liga as orações desse
período?
8- Observe o seguinte excerto poético e em seguida atente-se
para as questões que a ele se referem:
“As horas passam, os homens caem, a
poesia fica” (Emílio Moura)
a – Reescreva os versos introduzindo as conjunções coordenadas que melhor se adequarem à ideia expressa.
9-
Analise o período composto:
“ Era um leão manso, mas assustava.
a-Como se
classifica o período? Simples( )
ou Composto( ).
b-Se
composto, qual é a primeira
oração?_________________________________________________
c- E a
segunda oração?_________________________________________________
d-A conjunção mas, traz que ideia nesse
contexto?_________________________________________________
10-.
Responda nos parênteses quantas orações possuem os períodos:
a. ( ) Cheguei, vi e venci.
b. ( ) Não gosto de mentiras.
c. ( ) Use o guardanapo ou ficará manchada a camisa.
d. ( ) Não se preocupe; eu consigo chegar a tempo.
e. ( ) Isaias tem se esforçado muito, portanto,
conseguirá a promoção.
f. ( .)Ou vai
ou fica de uma vez!
g. ( ) Recife é considerada a Veneza brasileira.
h. ( ) A costureira é caprichosa, logo fará um belo
vestido.
i. ( ) Não tenha medo!
j. ( ) Estudo, trabalho e crio bem os
meus filhos.
Boa Prova!
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Língua e Literatura-Leila Gonçalves
8A e 8B
O primeiro beijo
(Clarice Lispector)
Os dois mais murmuravam que conversavam:
havia pouco iniciara-se o namoro e ambos andavam tontos, era o amor. Amor com o
que vem junto: ciúme.
- Está bem, acredito que sou a sua primeira namorada, fico feliz com isso. Mas me diga a verdade, só a verdade: você nunca beijou uma mulher antes de me beijar? Ele foi simples:
- Sim, já beijei antes uma mulher.
- Quem era ela? - perguntou com dor.
Ele tentou contar toscamente, não sabia como dizer.
O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um dos garotos no meio da garotada em algazarra, deixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar-lhe pelos cabelos com dedos longos, finos e sem peso como os de uma mãe. Ficar às vezes quieto, sem quase pensar, e apenas sentir - era tão bom. A concentração no sentir era difícil no meio da balbúrdia dos companheiros.
E mesmo a sede começara: brincar com a turma, falar bem alto, mais alto que o barulho do motor, rir, gritar, pensar, sentir, puxa vida! como deixava a garganta seca.
E nem sombra de água. O jeito era juntar saliva, e foi o que fez. Depois de reunida na boca ardente engulia-a lentamente, outra vez e mais outra. Era morna, porém, a saliva, e não tirava a sede. Uma sede enorme maior do que ele próprio, que lhe tomava agora o corpo todo.
A brisa fina, antes tão boa, agora ao sol do meio-dia tornara-se quente e árida e ao penetrar pelo nariz secava ainda mais a pouca saliva que pacientemente juntava.
E se fechasse as narinas e respirasse um pouco menos daquele vento de deserto? Tentou por instantes mas logo sufocava. O jeito era mesmo esperar, esperar. Talvez minutos apenas, talvez horas, enquanto sua sede era de anos.
Não sabia como e por que mas agora se sentia mais perto da água, pressentia-a mais próxima, e seus olhos saltavam para fora da janela procurando a estrada, penetrando entre os arbustos, espreitando, farejando.
O instinto animal dentro dele não errara: na curva inesperada da estrada, entre arbustos estava... o chafariz de onde brotava num filete a água sonhada. O ônibus parou, todos estavam com sede mas ele conseguiu ser o primeiro a chegar ao chafariz de pedra, antes de todos.
De olhos fechados entreabriu os lábios e colou-os ferozmente ao orifício de onde jorrava a água. O primeiro gole fresco desceu, escorrendo pelo peito até a barriga. Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu interior arenoso até se saciar. Agora podia abrir os olhos.
Abriu-os e viu bem junto de sua cara dois olhos de estátua fitando-o e viu que era a estátua de uma mulher e que era da boca da mulher que saía a água. Lembrou-se de que realmente ao primeiro gole sentira nos lábios um contato gélido, mais frio do que a água.
E soube então que havia colado sua boca na boca da estátua da mulher de pedra. A vida havia jorrado dessa boca, de uma boca para outra.
Intuitivamente, confuso na sua inocência, sentia intrigado: mas não é de uma mulher que sai o líquido vivificador, o líquido germinador da vida... Olhou a estátua nua.
Ele a havia beijado.
Sofreu um tremor que não se via por fora e que se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva. Deu um passo para trás ou para frente, nem sabia mais o que fazia. Perturbado, atônito, percebeu que uma parte de seu corpo, sempre antes relaxada, estava agora com uma tensão agressiva, e isso nunca lhe tinha acontecido.
Estava de pé, docemente agressivo, sozinho no meio dos outros, de coração batendo fundo, espaçado, sentindo o mundo se transformar. A vida era inteiramente nova, era outra, descoberta com sobressalto. Perplexo, num equilíbrio frágil.
Até que, vinda da profundeza de seu ser, jorrou de uma fonte oculta nele a verdade. Que logo o encheu de susto e logo também de um orgulho antes jamais sentido: ele...
Ele se tornara homem
- Está bem, acredito que sou a sua primeira namorada, fico feliz com isso. Mas me diga a verdade, só a verdade: você nunca beijou uma mulher antes de me beijar? Ele foi simples:
- Sim, já beijei antes uma mulher.
- Quem era ela? - perguntou com dor.
Ele tentou contar toscamente, não sabia como dizer.
O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um dos garotos no meio da garotada em algazarra, deixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar-lhe pelos cabelos com dedos longos, finos e sem peso como os de uma mãe. Ficar às vezes quieto, sem quase pensar, e apenas sentir - era tão bom. A concentração no sentir era difícil no meio da balbúrdia dos companheiros.
E mesmo a sede começara: brincar com a turma, falar bem alto, mais alto que o barulho do motor, rir, gritar, pensar, sentir, puxa vida! como deixava a garganta seca.
E nem sombra de água. O jeito era juntar saliva, e foi o que fez. Depois de reunida na boca ardente engulia-a lentamente, outra vez e mais outra. Era morna, porém, a saliva, e não tirava a sede. Uma sede enorme maior do que ele próprio, que lhe tomava agora o corpo todo.
A brisa fina, antes tão boa, agora ao sol do meio-dia tornara-se quente e árida e ao penetrar pelo nariz secava ainda mais a pouca saliva que pacientemente juntava.
E se fechasse as narinas e respirasse um pouco menos daquele vento de deserto? Tentou por instantes mas logo sufocava. O jeito era mesmo esperar, esperar. Talvez minutos apenas, talvez horas, enquanto sua sede era de anos.
Não sabia como e por que mas agora se sentia mais perto da água, pressentia-a mais próxima, e seus olhos saltavam para fora da janela procurando a estrada, penetrando entre os arbustos, espreitando, farejando.
O instinto animal dentro dele não errara: na curva inesperada da estrada, entre arbustos estava... o chafariz de onde brotava num filete a água sonhada. O ônibus parou, todos estavam com sede mas ele conseguiu ser o primeiro a chegar ao chafariz de pedra, antes de todos.
De olhos fechados entreabriu os lábios e colou-os ferozmente ao orifício de onde jorrava a água. O primeiro gole fresco desceu, escorrendo pelo peito até a barriga. Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu interior arenoso até se saciar. Agora podia abrir os olhos.
Abriu-os e viu bem junto de sua cara dois olhos de estátua fitando-o e viu que era a estátua de uma mulher e que era da boca da mulher que saía a água. Lembrou-se de que realmente ao primeiro gole sentira nos lábios um contato gélido, mais frio do que a água.
E soube então que havia colado sua boca na boca da estátua da mulher de pedra. A vida havia jorrado dessa boca, de uma boca para outra.
Intuitivamente, confuso na sua inocência, sentia intrigado: mas não é de uma mulher que sai o líquido vivificador, o líquido germinador da vida... Olhou a estátua nua.
Ele a havia beijado.
Sofreu um tremor que não se via por fora e que se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva. Deu um passo para trás ou para frente, nem sabia mais o que fazia. Perturbado, atônito, percebeu que uma parte de seu corpo, sempre antes relaxada, estava agora com uma tensão agressiva, e isso nunca lhe tinha acontecido.
Estava de pé, docemente agressivo, sozinho no meio dos outros, de coração batendo fundo, espaçado, sentindo o mundo se transformar. A vida era inteiramente nova, era outra, descoberta com sobressalto. Perplexo, num equilíbrio frágil.
Até que, vinda da profundeza de seu ser, jorrou de uma fonte oculta nele a verdade. Que logo o encheu de susto e logo também de um orgulho antes jamais sentido: ele...
Ele se tornara homem
Flagra - Rita Lee
Lará! Lararararará!
Larará! Lararararará!
No escurinho do cinema
Chupando drops de anis
Longe de qualquer problema
Perto de um final feliz...
Se a Deborah Kerr
Que o Gregory Peck
Não vou bancar o santinho
Não!
Minha garota é Mae West
Eu sou o Sheik Valentino..
Mas de repente o filme pifou
E a turma toda logo vaiou
Acenderam as luzes
Cruzes!
Que Flagra!
Que Flagra!
Que Flagra!
Uauauauauá!
Larará! Larará...
[...] Continua
Rosa
Marisa Monte
Tu és
divina e graciosa
Estátua majestosa
No amor!
Por Deus esculturada
E formada com ardor...
Da alma da mais linda flor
De mais ativo olôr
Que na vida é preferida
Pelo beija-flor...
Se Deus
Me fora tão clemente
Aqui neste ambiente
De luz, formada numa tela...
Assinar:
Postagens (Atom)

